–> A morte de Aziz Ab’Saber e a crise na Universidade de São Paulo

Há 4 dias faleceu o professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Aziz Nacib Ab’Saber. A notícia de seu falecimento já seria muito triste somente pelo fato de que ele foi um dos maiores geógrafos brasileiros e, portanto, perdemos uma referência para as Ciências Humanas. Mas o que se perde com a morte de Aziz é muito mais que um professor ou um intelectual (que ele o foi brilhante), um dos maiores que a FFLCH já teve. Com a morte de Aziz perdemos um dos maiores homens que a FFLCH, a USP e o Brasil já tiveram. Aziz Nacib Ab’Saber era mais do que professor, pesquisador e intelectual; além de ser tudo isso na forma mais plena que seja possível, ele era um homem engajado (da forma mais ampla, coerente e honesta) na luta por democracia e respeito, ao homem e à biodiversidade. A sua morte agora, quando a USP passa, talvez, por sua pior crise desde o fim do regime militar, eu diria que seria sintomática, se não fosse parecer místico demais.

O que tem acontecido na USP é um absurdo. E é mais absurdo porque faz parte de um projeto que extravasa os seus muros (também absurdos). A questão da USP não é, como muitos preferem acreditar, um problema de drogas, cerveja e meia dúzia de filhos rebeldes da classe média sem nada mais interessante para fazer. Os acontecimentos da USP fazem parte de um projeto muito mais amplo, que abrange todo o Estado de São Paulo. Haja vista que não é só rebelde da USP que apanha do Choque; ações como a do Pinheirinho e da Cracolândia são, da mesma forma, essenciais para esse projeto escuso do governo de São Paulo.

E apesar de tudo isso, o que mais me deixa indignada é a sociedade prostrada, seguindo normalmente sua rotina, como se nada de mais estivesse acontecendo. Como é possível alguém achar normal um policial apontar uma arma para uma pessoa desarmada que não lhe oferecia nenhuma ameaça, além claro, da ameaça “ideológica” ou da ameaça da cor, afinal, negros são sempre perigosos, não é mesmo? Não importa o fato de que ele é estudante e não é por ser estudante que eu fico revoltada. O mais importante é que tal acontecimento é comum e rotineiro, mas nem sempre as pessoas veem. Acontece que, mesmo tendo sido trazido aos olhos de muitos, a normalidade permanece. Ouço que a culpa foi do estudante por não ter logo mostrado sua identificação como estudante da USP. Mas aí eu pergunto: a USP não é pública? Se ela é pública, qualquer um pode estar lá, estudante ou não. Por que será que nenhum PM pede identificação para quem faz seu cooper ou passeia com o cachorro nas dependências da universidade? A resposta é bastante simples: a USP não é para todos que a financiam; a USP é para brancos, pertencentes às classes média e alta, estudantes ou não. E aí fica muito fácil entender a ação do PM, afinal, nada mais lógico do que deduzir que um negro jamais poderia ser estudante e jamais poderia freqüentar aquele espaço. E o mais “engraçado” é que pouco tempo antes do acontecido, muitos bradavam por aí que a presença de PM na Universidade era essencial já que a USP é uma extensão da cidade e não uma bolha. Ué, se é extensão da cidade porque só estudantes podem freqüenta-la? Mas isso já foi respondido não é mesmo? Não é que só estudantes podem freqüenta-la, somente determinados tipos sociais podem freqüenta-la e o negro, definitivamente, não é um desses.

Os absurdos são muitos e tantos que é difícil enumerá-los. Mas é importante ter a consciência de que tudo o que tem acontecido na USP faz parte de um projeto de privatização e elitização da Universidade (nada mais coerente com a reitoria nas mãos de um PSDBista). Pra começar, o reitor é empossado pelo governador sem o menor respeito à mínima representação que o corpo universitário tem nessa pseudo-eleição, já que João Grandino Rodas não foi o mais votado. Sendo assim, não é preciso muita inteligência para que se perceba que ele não foi posto no cargo por acaso. José Serra sabia muito bem o que queria quando o escolheu. E então, o REItor resolve implantar cursos pagos dentro de algumas faculdades da Universidade. Poucos enxergam esse absurdo? Quem conhece o passado do Sr. Rodas não se surpreende. Quando diretor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, ele realocou o acervo da biblioteca para um prédio sem a mínima infraestrutura para receber milhares de livros, deixando-os, além de descuidados, inacessíveis à consulta dos estudantes. Além disso, alugou, sem nenhuma propriedade, obviamente, salas do prédio da SanFran. Sim, meus caros, ele alugou salas de um prédio público destinado única e exclusivamente a fins acadêmicos gratuitos, porque público. Mas ele não sabe o que é público.

Resolve-se então, construir um monumento dentro do campus em memória às vítimas da Revolução de 1964. Alguém aí sabe o que é isso? É aquele evento que inaugurou a ditadura militar que duraria 21 anos e seria responsável pela tortura, morte e desaparecimento de milhares de pessoas, além de se tratar de um dos períodos mais obscuros de nossa História, já que, embora haja exigência da ONU, nenhum torturador foi julgado e, muito menos, condenado (nem me falem em Comissão da Verdade, por favor). Revolução é o termo usado pelos apoiadores do regime e pelos golpistas, o termo utilizado por aqueles que não compactuam é golpe. Novamente, quem conhece o passado do Sr. Rodas não se espanta. Enquanto jurista, votou a favor do arquivamento do processo que intencionava averiguar o desaparecimento de Stuart Angel Jones, filho da estilista Zuzu Angel, torturado e morto pelo regime, de corpo nunca encontrado. A mãe também morreu; foi assassinada em um falso acidente de carro. O caso ficou famoso, sobretudo após o lançamento do filme que romantiza a história e, à época, devido a uma carta que Zuzu deixou na caixa de correio de um amigo, Chico Buarque. Mas mesmo assim, Sr. Rodas se calou e fez calar.

Um empecilho ao projeto do REItor e do governo de São Paulo são as falas e posicionamentos contrários a sua política. Qual o remédio para isso? Repressão. É firmado um convênio com a Polícia Militar para que esta possa, entre outras coisas, instalar-se livremente no interior da Universidade. A desculpa é a falta de segurança no campus, salientada desde a morte de um estudante da FEA no primeiro semestre de 2011. Que não há segurança é fato, que a PM é a solução é ilusão. Um campus enorme, repleto de árvores (por enquanto né?! Porque faz parte do projeto do REItor derrubar centenas de árvores. Que todas elas são protegidas por lei é mero detalhe…) não fica mais seguro com uma base móvel instalada no P1 ou 6 viaturas paradas em frente à reitoria. O campus é mal iluminado e a guarda universitária não serve para nada porque está toda errada e não porque não possa ser solução. E, sinceramente, o REItor não dá a mínima para a segurança do campus; o que o importa é que seu tapete valiosíssimo, no valor de mais de 30 mil reais (que saíram do seu bolso, caro contribuinte paulista), esteja a salvo.

Imaginem o desespero do REItor ao ver a reitoria ocupada… “Ó meu Deus, e se eles sujam meu tapete?” Qual a solução de proteção ao tapete? Repressão. Sem demonstrar nenhuma boa vontade ou o mínimo desejo de resolver a situação sem violência (que ele adora), o REItor decide não esperar a assembleia convocada pelos estudantes para deliberar sobre a desocupação ou não do espaço e, durante a madrugada, 400 homens da Tropa de Choque, mais cavalaria, cães, helicópteros chegam à Cidade Universitária para realizar a reintegração de posse. São presos 73 estudantes. Sobre o fato poderia discorrer mais alguns muitos parágrafos, mas não sei se há necessidade. Acho interessante fazer duas considerações: 1) isso mesmo? 400 policiais para 73 estudantes? E ainda negam a repressão. Vocês sabiam que quase à mesma época, para um jogo entre dois grandes times paulistas um comandante da PM disse que estavam considerando dobrar o contingente policial devido ao risco de confusões e brigas entre torcedores? Sabem quantos policias pensaram em levar a esse jogo? 300. Sim, meus caros, 300 policiais para um Pacaembu lotado, com grande parte do público preenchido por membros de torcidas organizadas que, convenhamos todos, têm em sua composição algumas, para não dizer muitas, pessoas com antecedentes criminais, para utilizar o eufemismo. Mas, sem dúvida, 73 estudantes são enormemente mais perigosos; quanto temor pode gerar a oposição, o livre pensamento, a contestação. 2) quem acompanha o blog sabe que me posicionei contra a ocupação quando de seu acontecimento e não pensem que mudei de ideia quanto a isso. Fui contra a ocupação pela forma como ela se deu e como foi deliberada; no entanto, não sou contra esse método e, muito menos, a favor da forma como age o Sr. REItor.

Acontece que, mais uma vez, quem conhece o passado (quase sempre não muito distante) do Sr. Rodas não se espanta com esse tipo de atitude repressiva, violenta e covarde. Em 2007, também durante sua direção na SanFran, o atual REItor chamou a PM para reprimir uma ocupação simbólica da Faculdade de Direito que, programada para durar apenas 24 horas, lembrava a divulgação da Carta aos brasileiros escrita por juristas em 1977 considerando ilegítimo o então regime militar. No que resultou essa atitude? Prisão de 300 estudantes, acusados sabe-se lá de que. Detalhe: novamente a PM chegou ao local durante a madrugada.

Enquanto isso, sobre os recentes acontecimentos na USP, o governador, o qual chamarei generosamente de Sr. Chuchu, vem à televisão dizer que os estudantes da USP precisam de uma aula de democracia. Ironicamente, quem não sabe o que é democracia é o próprio (e todos vocês que acham, por exemplo, que sair às ruas para manifestar-se é antidemocrático). Na realidade, acho que ele até tem razão. Todos nós que nos manifestamos precisamos de uma aula de democracia; uma aula sobre o funcionamento dessa democracia do porrete, dessa democracia relativa, dessa democracia fajuta e ilusória.

Mas, sem surpresas, fomos nós que nos propusemos a lecionar democracia. No dia 17/11/2011, no prédio da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo), mais de 3000 estudantes se reuniram em Assembleia Geral para deliberar sobre as questões de greve e afins. Sim, isso é que é democracia. Muitos reclamam e esperneiam acerca das assembleias e de suas deliberações, muitas vezes desrespeitando-as. Eu sei, mais do que ninguém porque participo delas, que as assembleias têm inúmeros problemas; acontece que elas são o espaço de decisão dos estudantes. Não importa que, como muitos dizem, 3000 estudantes sejam uma pequena parcela do corpo discente da universidade; todos são chamados a elas e todos têm direito a voto. Aqueles que não comparecem não têm direito de reclamar do que nelas é deliberado, assim como eu penso que quem não vota não tem o direito de reclamar sobre o resultado das urnas (embora nesse caso haja algumas tensões que não cabem ser discutidas agora).

 No dia 24/11/2011, foi a vez de sairmos às ruas. Em um ato na Avenida Paulista realizamos uma verdadeira aula de democracia no vão do MASP, que contou com a participação, entre outros, do Professor Jorge Luiz Souto Maior (Faculdade de Direito do Largo São Francisco) que, em fala brilhante fez a mim (e creio que a muitos dos que estavam lá) crer que é possível mudar o curso dos acontecimentos e barrar esse projeto asqueroso e que ainda existem pessoas com a coragem de dar sua cara à tapa em nome de algo maior do que a carreira ou a segurança de seu emprego. “Precisamos de pessoas que se dispõe, de caras limpas (ou pintadas de rosa), a se posicionar contrariamente às diversas formas de repressão que tendem a se institucionalizar contra as mobilizações populares de natureza reivindicatória.”[1]

Aliás, o professor Souto Maior é um dos poucos a quem ainda respeito muito. Está sempre presente e apoia a luta dos estudantes, que não é somente nossa. Algo que também me indigna sobremaneira é o silêncio e a inanição de professores e funcionários que, temerosos de perderem seus aumentos e benefícios salariais, seguem sua rotina. Mesmo com a ADUSP (Associação dos Docentes da USP) sob ameaça de processo exatamente por causa do posicionamento púbico de alguns de seus membros contra a política do REItor, a maioria deles segue calada. E a maior injustiça consiste em que quando os funcionários entram em greve, apoiando ou não – e, via de regra, apóiam – nós, os estudantes, ficamos sem bandejão e sem transporte (ou ficávamos né?! Porque nisso o REItor já deu um jeitinho privatizando as linhas de circulares. Discutirei mais adiante). Quando a greve é de professores, apoiando ou não – e, via de regra, apóiam – nós, os estudantes, ficamos sem aulas. Quando a greve é de estudantes, vejo professores passarem por cima das deliberações de plenárias de curso desfazendo cadeiraços e entrando em sala de aula em dia de paralisação. Sem falar nos estudantes, sobretudo bixos que fazem o mesmo. O que mostra que o diálogo entre nós ainda é muito necessário.

Já com a reitoria não vejo diálogo possível. Após dois acontecimentos sobre os quais já falei anteriormente, a reintegração de posse da reitoria em 08/11/2011 e a reintegração de posse do espaço do DCE (Diretório Central dos Estudantes), quando o estudante negro foi agredido e ameaçado pelo PM; durante o carnaval, novamente o Choque foi chamado, dessa vez para realizar a reintegração de posse da Moradia retomada. Mais truculência, mais violência. E para quê? Não se sabe, já que o espaço teve seus acessos cimentados.

Nesse ínterim, o REItor avançou em seu projeto de privatização da USP: privatizou as duas linhas de circulares que agora nos levam sim até o metrô Butantã (que, se não se lembram, deveria estar localizado dentro da Universidade, mas não está para evitar a circulação de pessoas não desejáveis no interior do campus que, como eu já disse é pública e deveria ser para todos e, como vocês já disseram, é uma extensão da cidade), mas não leva os alunos da Aplicação, nem os pacientes do Hospital Universitário, nem os bixos, nem os funcionários terceirizados, nem ninguém que não porte o BUSP. E só para completar, está para ser votado um novo estatuto para a Pós-Graduação na USP que, entre outros inúmeros absurdos, desobriga a gratuidade dos cursos. Juram que não acham isso absurdo? Onde, raios, fica a Universidade pública? É sério que concordam com a ideia do Sr. Rodas de que uma universidade pública não precisa ser gratuita? O que é público para ele então? Mais uma aula na lista de necessidades do Sr. REItor: as tensões e diferenças entre público e privado. Para finalizar, mas não encerrar, agora é possível fazer MBA à distância e pagando uma fortuna para que se possa “incluir a USP no seu currículo”.

Eu não vou me calar diante de tantos absurdos. Com todos os problemas que o Movimento Estudantil tem, todas as divisões e discordâncias, não posso me prostrar diante dessa política repressiva, elitista e discriminatória do REItor e do Sr. Chuchu. Não deixarei de ir às assembleias e aos atos. A participação é necessária a todos, o diálogo fundamental, assim como as ações planejadas.

Pensemos sempre como o grande e querido professor Aziz Nacib Ab’Saber, que era sábio até no nome.

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3 respostas para –> A morte de Aziz Ab’Saber e a crise na Universidade de São Paulo

  1. alooin disse:

    Aula de democracia sim. Aula de democracia para aprender a respeitar as decisões das próprias assembleias que promovem. Fazem uma assembleia para decidir se devem fazer uma ocupação, os presentes decidem que não e aí manobram para fazer o sim vencer a qualquer custo. E ainda querem dar lição. Vão ler os grandes iluministas. Não sabem o que é democracia.

    Quanto à sociedade “prostrada”, já pensou que ela simplesmente pode pensar diferente de você? Essa é uma das coisas mais incoerentes da esquerda brasileira. É toda pró-povo, mas quando o povo pensa diferente dela, trata de reduzir a amplitude do povo a de uma suposta elite diminuta e conservadora que não tem legitimidade para pensar o que pensa. Já pensou que vocês simplesmente estão out-of-touch com o povo que trabalha, paga altos impostos e fica maluco de ver os filhos da elite destruindo a universidade na qual seus filhos só poderão estudar a muito custo?

    Vocês são o fim do Ocidente. Ainda bem que o povo não é idiota. No fim, o povo de verdade tem valores que vão totalmente contra a ideologia molenga, permissiva e relativista da esquerda pós-moderna brasileira.

    E São Paulo, sem Olímpiadas e male male com Copa é de longe o Estado que funciona melhor no Brasil – pode pegar o critério que quiser, se não for o primeiro está fácil entre os melhores. É fácil falar do PSDB assim, no discurso imbecil da esquerda que só sabe destruir, sem dados nem nada, mas para além do casuísmo, nos dados frios e objetivos, São Paulo sob o governo do PSDB é fácil o Estado melhor administrado do Brasil. Fácil, fácil, não dá nem graça.

    • Em primeiro lugar, foi por isso que fui contra a ocupação. Concordo com você que as decisões da assembleia devem ser respeitadas. Acho que você não acompanha o blog. Mas todos têm que respeitar as decisões das assembleias. Li muitos iluministas e não concordo com eles em muitos pontos, inclusive com a questão de tratar de uma democracia liberal. No entanto, se você concorda com eles não deveria corroborar uma democracia falsa sim porque não para todos. Não vivemos uma democracia, nem em São Paulo nem no Brasil. Sim, a sociedade pensa diferente de mim. A sociedade, sobretudo paulista, é preconceituosa, machista, homofóbica. Eu não sou assim. Não acho que a USP é só para um seleto grupo de privilegiados e não concordo com isso. Acho interessante que as pessoas fiquem muito loucas com a destruição do tal do patrimônio público, que pode ser discutida mas acho que nem vale a pena, mas não fica louca com a implantação de cursos pagos numa universidade pública.
      São Paulo funciona para quem? Para as tantas pessoas jogadas nas ruas? Para as pessoas esmagadas diariamente no transporte coletivo? Para os milhares de adolescentes das classes baixas jogados para o ensino técnico porque Universidade não é para eles? Para os moradores de Pinheirinho? Para os usuários de crack da Cracolândia? Ou para uma classe média fechada em seus privilégios? Para os grandes proprietários lucrando com a especulação imobiliária? Essa história de melhor é muito relativa. A USP é considerada a melhor universidade do Brasil, mas sob muitos aspectos está a anos-luz de algumas federais.
      Não sei quem você é já que você não se identificou claramente, mas eu gostaria de saber se você é aluno da USP. Porque você não mencionou os assuntos mais tocantes ao cotidiano da Cidade Universitária?

  2. Pedro Destro disse:

    Consequências (não só, mas muito) de uma ditadura tucana que dura tanto tempo. Renovação mais do que necessária.

    Alooin (belo nome, inclusive), marquemos um café pra você me contar mais sobre o estado onde você mora que funciona tão bem. Não o conheço. E quem são “os filhos da elite destruindo a universidade”? Talvez os tantos que não comparecem em uma assembleia e que, pior do que ter uma opinião diferente da minha (afinal, isto é natural na tal democracia), se calam frente a inúmeros debates, problemas, discussões.

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